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Provocar a mente sintoniza a informação

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Desde as origens mais remotas do pensamento científico, grandes pensadores manifestavam as ideias a respeito do que todas as coisas são compostas. Com isso, ao longo da evolução do pensamento científico e dos experimentos, os pensadores foram ampliando a visão sobre a matéria, suas propriedades e características. Neste processo foram descobrindo e isolando o que hoje conhecemos como elementos químicos.

 

Um próximo passo foi de idealizar o átomo. Nesta linha de raciocínio, os cientistas foram se aproximando, através de modelos atômicos, desta partícula fundamental da qual as substâncias são compostas.

 

Os primeiros experimentos com modelos atômicos trouxe à tona as propriedades eletrônicas dos átomos, onde existem regiões em que a carga é de natureza elétrica positiva e regiões de natureza negativa.

Vamos começar a mudar nosso paradigma sobre o átomo a partir daqui.

 

Primeiro, podemos partir do princípio de que o átomo pode não ser algo sólido e sendo assim, é dotado de regiões que possuem certas características. Essas regiões são grosseiramente divididas em núcleo e eletrosfera. No núcleo, que é a região central do átomo, estima-se a presença de uma espécie denominada de próton, de carga positiva e de nêutrons, de carga neutra. Na eletrosfera, estima-se a presença da espécie elétron, de carga negativa.

 

Um átomo se mantém coeso devido as forças de atração e repulsão entre estas espécies. Percebam que em nenhum momento eu me referi a estas espécies (prótons, nêutrons e elétrons) como partículas e também não afirmei que não eram. Elas podem possuir em determinados momentos características de partícula, de ondas ou ainda de onda e partícula ao mesmo tempo. Acontece que as observações dos fenômenos ligados as dinâmicas do que conhecemos como átomos permite que a afirmação categórica a respeito deles possa ser incongruente com a realidade. O que temos para estudar são modelos atômicos, e modelos podem perigosamente ser interpretados de maneira errônea. As implicações sobre o que pensamos, ou o que cremos sobre a natureza dos átomos são fundamentais para descortinarmos o véu da realidade. Corre-se o risco de embasar toda a sua vida em uma ilusão e viver as consequências disto.

 

Entender o que é um átomo e suas implicações pode mudar todo o status quo de um planeta, aproximando-o e todos os seres que o habitam, da Luz.

 

Por volta do ano de 1868, o número de elementos químicos descobertos eram de aproximadamente 63. Um elemento químico pode ser descrito como um conjunto de átomos que possuam o mesmo número de prótons em seu núcleo, que é o mesmo que seu número atômico(Z). Por exemplo o elemento químico hidrogênio, de simbolo químico H, possui 1 próton em seu núcleo, portanto seu número atômico(Z) é 1.

 

Ao longo dos anos, à medida que os cientistas/filósofos descobriam os elementos químicos, eles catalogavam esses elementos com a finalidade de criar uma espécie de banco de dados que pudesse universalizar as características de cada elemento químico.

 

No século XVIII, os cientistas já haviam classificado os elementos químicos descobertos até àquele momento, mas haviam inconsistências nesta classificação, se tentavam classificar de acordo com algumas características, outras não permitiam que àquela classificação fosse profícua.

 

Essa dissonância incomodava alguns cientistas da época. Um dos maiores conhecedores dos elementos químicos nesta época, era o professor e químico russo Dmitri Mendeleiev. O professor de química da Universidade de São Petersburgo era um homem peculiar, possuía um conhecimento enciclopédico sobre os elementos químicos, diziam parecer até um xamã siberiano, com uma barba branca, longa e emaranhada.

 

Em 1868, Mendeleiev estava debruçado sobre o problema da classificação dos elementos químicos. Ele já havia descoberto que os elementos possuíam propriedades similares, no entanto, em alguns deles, as propriedades ainda eram vagas.

 

Descobrir quais propriedades poderia melhor classificá-los faria para a química o que Newton fez para a física com o estudo da gravidade. Esta descoberta faria o estudo da química dar um salto gigantesco para um patamar mais elevado.

No auge da reflexão de Mendeleiev para solucionar esta questão, ficou vários dias incessantes colocando sua mente no foco do problema, mas sentia que estava próximo e precisava resolver naqueles dias, pois deveria viajar para uma propriedade rural na província de Tver para ajudar alguns produtores de queijo no processo produtivo.

Há pouco momentos antes da viajem, ele pegou alguns cartões em branco, escreveu em cada um deles o símbolo químico e algumas propriedades de cada elemento e posicionou os cartões sobre a mesa procurando a melhor forma de classificá-los. Percebeu subitamente que poderia orientar as cartas de maneira a organizar como uma tabela de maneira diferente do que já tentara antes, e momentaneamente, já exausto, adormeceu e teve um sonho.

 

Ao despertar, as respostas também se debruçaram sobre a mesa, percebeu que o melhor caminho seria organizar os elementos por ordem de seus pesos atômicos e assim suas propriedades se repetiam em uma série de intervalos periódicos, por estas razão chamou sua descoberta de Tabela periódica dos elementos, o que hoje conhecemos como classificação periódica dos elementos.

 

Sua descoberta mostrou que depois de dispostos os elementos nesta tabela, apareciam algumas lacunas. Estes lugares vazios só poderiam ser de elementos químicos que até àquele momento ainda não tinham sido descobertos. Além de resolver a questão da classificação dos elementos, sua descoberta permitiu que se encaminhasse a procura por novos elementos químicos, mas não mais às cegas, pois já poderiam fazer previsões das propriedades destes novos elementos e também corrigir dados equivocados de elementos químicos já descobertos.

 

O que podemos aproveitar como ensinamento destes fatos reais, que nos ajudará em nosso processo de aprendizado? Vou levantar algumas reflexões, mas não conseguirei esgotar o tema.

 

Começarei com uma pergunta: O que levou Mendeleiev a solução do problema da classificação dos elementos? De onde veio a informação?

 

Assim como Mendeleiev acessou as informações, nós também podemos acessar àquelas que nos trará solução para muitas dissonâncias de nossas vidas.

 

Mendeleiev estudou com profundidade as propriedades e características todos os elementos químicos descobertos até àquele momento e colocou sua mente em estado de tensão, mesmo em momentos de relaxamento, sua mente continuava a trabalhar, ou seja, procurando a frequência de vibração daquela informação. Quando a frequência de sua mente entrou em fase com a informação, a resposta veio à tona e apareceu na sua mente consciente e de posse da informação, conseguiu solucionar a questão com excelência.

 

O sonho de Mendeleiev o colocou em um status de pai da classificação periódica dos elementos, a chamada tabela periódica, mudando desde então o modo como vemos o mundo na perspectiva dos elementos químicos.

A natureza irá sempre procurar o equilíbrio, por isso é de grande importância que coloquemos nossa mente em estado de tensão, ou seja provocar a mente para que ela vibre em uma frequência de aproximação da frequência da informação. Isso precisa ser feito sem estresse e sem pressão, permitindo o fluxo da onda.

 

Mendeleiev, ao estudar profundamente a questão, criou a tensão na mente e em um momento de relaxamento, permitiu o fluxo e a aproximação entre as ondas da consciência a da informação.

 

A civilização atual do planeta Terra ainda tem muitas dissonâncias para solucionar. Somente a expansão do conhecimento e da consciência nos levará a uma condição de viabilidade da vida de todas as criaturas neste planeta. O que podemos fazer para contribuir?

 

Alexandre Felske

Equipe Hélio Couto

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