• Hélio Couto

Projeto Acelerar o conhecimento V


“Cartas de baralho” II


Numa das palestras foi explicado como fazer para mudar a reação emocional/mental de um trauma do passado. Basta fechar os olhos e voltar ao momento do trauma. Então mudar a atitude mental/emocional para uma nova atitude positiva em relação a aquilo. Voltar ao momento presente. Nos meses vindouros sentirá as mudanças acontecerem. Isto resolve os problemas do passado.


Quanto ao presente pode-se usar a Causação Descendente. Projetar como se quer estar daqui a 20 anos, por exemplo, definir um planejamento retroativo desde 20 anos no futuro até o presente. Portanto, agora se sabe o que se tem de fazer hoje para estar naquela posição daqui a 20 anos.


O exercício “Cartas de baralho” é para prevenir os problemas no futuro. Quando se analisa uma determinada ação e se percebe as consequências daquilo antes de fazer a tal ação, fica muito mais fácil de não cometer erros. É um simples exercício de pensar antes de agir. Se eu fizer uma dívida o que acontece em seguida? Esta é a primeira carta do baralho mental que a pessoa analisa. Deixe vir a informação da intuição sobre as consequências de fazer esta dívida. A dívida neste caso é só um exemplo. O exercício pode ser feito para qualquer situação de vida que se queira tomar uma decisão. Depois da primeira consequência da dívida vem a segunda carta do baralho e qual é esta consequência? E assim por diante. Vemos o futuro passar diante dos nossos “olhos mentais” claramente. A intuição sabe o futuro provável e nos mostra as consequências. Lembrar de não racionalizar nem imaginar. Racionalizar é quando o ego força uma determinada lógica para provar que está certo. Se a mente estiver aquietada a intuição será clara. Quando está tomando banho já teve uma ideia positiva? Isso é intuição.


Não é preciso usar muitas cartas para chegar na conclusão. Logo se vê qual o resultado final daquela atitude. Se é positiva ou negativa. Então a pessoa pode tomar uma decisão consciente do que quer fazer. Isso é o contrário de fazer para ver no que dará. Isto é pura tentativa e erro. Esse método sai muito caro. A vantagem de deixar a intuição dizer o futuro é para que não se racionalize para justificar uma atitude. Será que realmente eu preciso fazer está dívida? Será que realmente eu preciso disto? O que resultará disso em um ano? Ou dez? Toda as consequências desdobram-se na visão da mente. Porém, é preciso querer ver a realidade e não simplesmente deixar o ego assumir o controle da vida. Não racionalizar os desejos do ego para justificar as atitudes. Uma coisa é uma análise de viabilidade econômica de um projeto e outra o desejo de que tem que dar certo!


Assim que vir que a consequência é negativa basta soltar a atitude que iria tomar e este futuro provável desaparecerá.


Hélio Couto

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